Dicas simples e criativas para receber 2012 com a casa renovada

13/12/2011 11:12 - Atualizado em 13/12/2011 11:12

O fim do ano se aproxima, e com ele a aflição de quem pretende receber 2012 com a casa renovada, mas ainda não deu início à reformulação. Embora ainda haja tempo para trazer novos tons às paredes, a hora de investir em reformas pode já ter passado, uma vez que mesmo as pequenas costumam durar de dois a três meses. A entrega de certos móveis também pode demorar até um mês e meio.
 
A boa notícia é que a decoração atual abraça tendências minimalistas que têm leveza e equilíbrio como palavras de ordem. Portanto, a saída é apostar em poucos objetos que tenham expressão e façam efeito nos ambientes. E é importante manter em mente que, quanto menor o espaço, mais inteligente deve ser a decoração.

“Tudo tem de ser pensado para que o ambiente fique ao mesmo tempo bonito e confortável. O uso de móveis e objetos decorativos adequados são fundamentais para se alcançar harmonia”, enfatiza a arquiteta Sandra Ribeiro, da Direcional Engenharia.

É preciso prestar atenção em armadilhas como o excesso de quadros nas paredes. Segundo a especialista, um só quadro bem escolhido pode causar mais impacto visual do que vários outros reunidos.

Outro recurso eficiente para harmonizar a decoração são os tapetes. “Ambientes pequenos pedem tapetes mais neutros, sem estampas. Para não ter erro, o tamanho ideal do tapete para a sala é ser da mesma largura do sofá”, ensina Sandra.

Em relação aos móveis, é importante usar o bom senso no aproveitamento do espaço. Uma estante, por exemplo, parece ocupar muito mais espaço do que um rack. “É melhor apostar sempre num móvel baixo e poucas prateleiras na parede do que numa estante”, aconselha a arquiteta.
Para a mesa de jantar, uma mesa com tampo de vidro que encoste de um lado na parede é um bom recurso que ajuda a dar leveza ao ambiente.

O tradicional jogo de sofás de dois e três lugares também entra em xeque. Uma alternativa eficiente, segundo Sandra, é substituir o sofá de dois lugares por uma poltrona ou sofá com chaise, confortável para assistir à televisão ou acomodar mais pessoas.

Peças multiuso funcionam como coringas em ambientes que não comportam muita variedade de móveis. Pufes, por exemplo, ganham valo r pela notável versatilidade: podem ser usados como banco para visitas, apoio de pés, mesa de centro ou mesmo suporte para artigos leves.
No quarto, um tapete colocado na direção contrária à da cama e sobrando nas laterais e na frente dispensa a necessidade de outras peças do tipo. Armários altos, de preferência acompanhando a altura do teto, aproveitam o espaço disponível, enquanto o uso de nichos ou prateleiras de alumínio e vidro traz leveza ao ambiente.

As cores são aliadas da criatividade, mas pedem atenção redobrada. Nos móveis, os mais claros refletem melhor a luminosidade, fator importante para tornar o ambiente mais espaçoso. “O colorido deve aparecer apenas em algumas peças, como em uma única parede, nos objetos decorativos ou em uma poltrona ou sofá”, explica a arquiteta.

Outro artifício para ampliar o espaço é utilizar espelho em uma das paredes, sem molduras. “Mas é preciso cuidado, evitando colocar um espelho de frente ao outro, criando um efeito de reflexo infinito, que não é confortável”, explica.
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